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A HP deve ser caracterizada quanto à etiologia ou doença associada, através da Classificação Clínica da Hipertensão Pulmonar (adaptado de Galiè et al 2016) (Tabela1).
Tabela 1 – Classificação Clínica da Hipertensão Pulmonar, adaptado de Galiè et al 2016

Classe Funcional
Após o diagnóstico, a HP deve também ser classificada de acordo com um sistema de classe funcional inicialmente desenvolvido pela New York Heart Association (NYHA) para a insuficiência cardíaca crónica e depois adaptado para a HP pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esta classe funcional avalia a gravidade da doença e reflete o impacto na vida do utente, em termos de atividade física e sintomas. Existem quatro classes, sendo a classe I a menos grave e a classe IV a mais avançada (Tabela 2).
Tabela 2 - Classificação NYHA/OMS do Estado Funcional dos utentes com HP, adaptado Galiè et al 2016

Para atribuir uma classe funcional a um doente de HP, a equipa médica coloca várias questões ao doente no sentido de saber de que forma é que a doença o afeta.
Um dos objetivos dos tratamentos para a HP é facilitar a vida aos doentes, por isso é muito importante ter uma visão exata de como a vida dos doentes de HP é afetada por esta doença.
